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quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Um alerta

Delegada russa diz que quer alertar os Estados Unidos sobre o erro da Guerra do Afeganistão e delegada do Brasil diz que a mulher merece ser respeitada na sociedade afegã, mas que é uma questão muito delicada.

Após uma reunião do BRIC, referente ao conselho de segurança, as delegações do Brasil e da Rússia concederam uma entrevista exclusiva:

LMD- A Rússia invadiu o Afeganistão e o ocupou por quase uma década, durante a Guerra Fria, destruindo o governo afegão para colocar um governo comunista. Não acha que seja hipocrisia russa condenar os Estados Unidos pela guerra atual, sendo que a Rússia já fez o mesmo, além das razões para invasão russa eram totalmente jogo de interesses?

FR- Não, pois eu sei que isso aconteceu e deu errado, e estou tentando alertá-los sobre isso.

LMD- Então, você considera errado o que os Estados Unidos fazem?

FR- Sim.

LMD- Você pretende expor para todos?

FR- Eu sei que o meu país errou, invadiu o Afeganistão, destruiu muita coisa, mas construiu também, e agora não é hipocrisia condenar os Estados Unidos, pois eu sei que deu errado e eu não quero que o deles de errado também.

LMD- Então, você está ajudando os Estados Unidos?

FR- Não estou os ajudando, mas estou os alertando de que vai dar errado.

LMD- Então você pretende fazer alguma coisa para ajudar o Afeganistão.

FR- Com certeza, ou eu não estaria aqui.

Após essa entrevista, o Brasil concedeu uma entrevista exclusiva:

LMD- A mulher sofre muita violência na sociedade afegã. Como você pretende lidar com isso?

B- É uma questão muito delicada, pois o Afeganistão é um país islâmico que segue o Alcorão e o Talibã é muito fundamentalista, xiitas, então nessa questão da mulher ainda estamos vendo a melhor forma de agir, pois é muito delicada, e está enraizada no país. É claro que a mulher merece respeito, mercê ser reconhecida, então, essa é uma questão que deve ser pensada, ser mais debatida.

LMD- Então não adianta nada fazer isso do dia para a noite, que não mudará nada?

B- É, pois é como eu falei, está enraizado no país.

"Incetivar o biocombustivel é sempre um ponto positivo"

Delegado brasileiro diz que tem os mesmos objetivos que os países presentes na reunião e que buscarão alianças. Ele diz que estão colocando coisas boas para o mundo inteiro e que plantar bicombustíveis é sempre positivo.

Após reunião do BRIC com a Austrália, Senegal e o Irã, o delegado brasileiro concedeu uma nota exclusiva:

"A reunião de hoje foi de países em sua maioria subdesenvolvidos e emergentes, uma vez que tem objetivos iguais, pois o dia da ONU está chegando, e queremos buscar mais alianças, para ter um grupo bem estruturado."

Logo após, respondeu exclusivamente a algumas perguntas:

LMD- Os países estão aceitando as resoluções propostas por vocês, um país subdesenvolvido e emergente?
B- Não é questão de estarem aceitando, estamos apenas chegando a um consenso.

LMD- Então vocês estão colocando coisas boas pra vocês e para eles também?
B- Para o mundo inteiro.

LMD- Como a Africa viu a plantação de biocombustível no seu continente?
B- De uma maneira positiva, apoiar o biocombustível no continente africano. Estão conosco, isso é um ponto positivo assim como a gente, pois incentivar o biocombustivel é sempre um ponto positivo.

Povo vencedor e livre do terrorismo

A reunião que foi feita de última hora, pelos países EUA, Gabão, Nigéria e Bósnia, teve como objetivo de conhecer um ao outro e foi ótima. Não conseguiram chegar a um consenso, porém provavelmente os países darão respostas outro dia.
A reunião do Conselho de Segurança, foi dia 29 de Setembro. Estavam presentes os países EUA, Gabão, Nigéria e Bósnia. A delegada da Nigéria alegou que a reunião foi só para que eles conversassem sobre o que cada país está interessado, sobre o ponto de vista de cada um. Disseram que não chegaram a uma resolução. Logo em seguida, Gabão afirmou que ainda estão resolvendo o que irão decidir.
Delegadas Norte-Americanas afirmaram que fizeram uma reunião para conhecer os outros países, e que foi realmente em cima da hora, já que estão sem tempo, fazendo discursos, DPO's , trabalhos. Apesar disso, foi ótima a reunião. Os EUA falaram das suas propostas, que foram as mesmas da reunião anterior.
Não chegaram a uma conclusão correta, mas alegaram que os outros países presentes, dariam respostas até o dia seguinte, em relação ao projeto. Disseram também, quando perguntado se a aliança tem futuro, que sim "qualquer aliança tem futuro".
Segundo a delegada dos EUA, o presidente do Afeganistão, que está passando por todos os problemas do país acha que a retirada é precoce, então, ela se pergunta por qual motivo, serão contra essa opinião. O presidente terá a capacidade de controlar o governo em 2015, e no momento o exército afegão, está despreparado. Além de acreditar que a OTAN, está sendo incompetente de retirar as tropas em 2014. Para ela, esse ano de diferença poderia ser muito bem utilizado para o treinamento do exercito. Estão trabalhando para fazer deles um povo vencedor e livre do terrorismo que os prende.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Todos lutam pelo mesmo objetivo

Brasil e Senegal mostram que BRIC e União Africana estão unidos, e que já tem um projeto em que ambos estão apoiando, para o bem da humanidade. Uma vez que Senegal fazendo acordos com o BRIC e com a União Européia, deixará a produção de biocombustível, mais rentável e sustentável. Enquanto o Brasil não vê problemas em exportar biocombustível para os Norte-Americanos.

Hoje, dia 29 de setembro, na exclusiva com alguns países da União Africana, União Européia e do BRIC, foi relatado que estão em pleno acordo, tendo os mesmos objetivos. Foram entrevistados os países Brasil (B), Senegal (S), Federação Russa (FR) e Reino Unido (RU). Confira:

LMD - O Brasil está recebendo criticas do mundo por causa da Cana de açúcar, o modo de plantar “escravo” e também que acaba com o Meio Ambiente. Comente como vocês pretendem lidar com isso no jogo da ONU?

B - Na verdade o tema do jogo da ONU, não é a mudança climática, então o que podemos abranger nessa questão da Cana no Jogo é a questão da queimada. Nós pretendemos desenvolver técnicas, que na verdade já temos algumas idéias, para evitar as queimadas, pois o Biocombustível da Cana é mais rentável. E o único empecilho que pode atrapalhar são as queimadas. E tirando-as, fica tudo certo.

LMD – Vocês acham que pode haver uma exportação do biocombustível brasileiro para os EUA, tendo em vista que o biocombustível Norte-Americano, não é tão rentável quanto o Brasileiro?

B – Da minha parte sim. Pois todos sabem que o mais rentável é o da Cana e dos EUA é um pouco menos, onde a maioria é feita do milho, boa parte é subsidiado, e por isso fica um preço um pouco mais barato, porém no caso nós somos a favor do Biocombustível como uma forma de amenizar as mudanças climáticas. Ele é menos rentável, mas é um biocombustível. Também ameniza as mudanças climáticas, e esse é o objetivo. Desde que seja produzido o biocombustível, já um ponto positivo.

LMD – Vocês pretendem tentar um acordo com o BRIC, com a União Européia, para a produção de biocombustível na África de maneira rentável e sustentável?

S - Sim, a União Africana está querendo preparar alguns projetos com o BRIC, pois na realidade a União Africana sempre fez projetos, principalmente com o Brasil.

B – Já até existem projetos, em relação ao biocombustível com alguns países da União Africana. Inclusive, até no manual do ECOSOC fala que o Brasil é um país que incentiva a produção de biocombustível em outros países, principalmente no continente Africano.

LMD – A União Européia acredita que está dando certa essa aliança, já que você disse em uma entrevista que poderia dar certo essa aliança com o BRIC?

RU - Como temos idéias parecidas, pode sim fortalecer nossa aliança, pois é uma maneira de beneficiar a todos.

LMD – Com a aliança facilitaria obter os objetivos comuns, passar um projeto?

B – Na verdade até já existem projetos entre o Brasil, o MERCOSUL e alguns países da União Européia, está servindo para podermos juntar Brasil, MERCOSUL e União Européia, o Brasil e a União Africana, juntando tudo em prol do bem comum, em prol da humanidade.

LMD – O clima da África é apropriado para o plantio de cana. O Reino Unido acredita que seria um empecilho, já que vocês plantam biocombustível, não podendo investir lá? Seria mais vantajoso o plantio de Beterraba ou da Cana? Vocês preferem lutar pelo seu produto ou pelo produto brasileiro que é mais rentável que o seu?

RU - Varia do clima, porque o meu continente não pode plantar cana, pois lá não tem clima suficiente para isso.

B – Quanto a isso, temos que ver, pois estamos defendendo o bem da humanidade inteira, uma vez que as mudanças climáticas afetarão o mundo inteiro. Então não é defender o seu produto ou o da África e sim defender o biocombustível em geral como uma das únicas formas de salvar a humanidade.

LMD - Qual é o posicionamento da Rússia diante disso?

FR – A Rússia vê como uma possibilidade de expandir a matriz energética na África e na matriz energética do mundo também.

Finalizando com uma nota o delegado do Brasil alega que a reunião foi muito boa, com a presença da União Africana e União Européia, além do BRIC. Chegaram à conclusão que seus objetivos são os mesmos. Estão tentando conciliar maneiras para concluir esse objetivo. E que vendo da parte do Brasil – um país diplomata - dará tudo certo. Depois Reino Unido ainda afirma que a reunião foi muito produtiva e que por tanto, para a União Européia, isso funcionará.

É pensar como um grupo

Brasil e Rússia dizem que fizeram uma boa parte de seu projeto de resolução e que ainda debaterão com delegado chinês. Disseram também que os projetos discutidos favorecerão ao Afeganistão e que foram postadas clausulas pedidas pelo Afeganistão.

Delegadas do Brasil e Rússia deram uma declaração exclusiva após reunião, realizada hoje, 29 de setembro. Confira:

“Hoje começamos o projeto de resolução do BRIC. O delegado da China não pode vir por motivos pessoais, então, eu [delegada do Brasil] e a delegada da Rússia começamos e fizemos uma boa parte, somente faltando algumas questões que ainda devem ser debatidas com o delegado da China, para que não hajam conflitos na hora de decidir, pois, ás vezes, tem alguma coisa que ele não quer, alguma coisa que a Rússia não quer, então , o grupo está bem unido, somente coisas que devemos discutir, pois as opiniões podem divergir.”

LMD- O que vocês decidiram pode afetar a China de alguma maneira?

B- Não, é pois, ele pode ter uma outra opinião, ele quer acrescentar alguma coisa nas cláusulas, ele pode ter uma idéia nova. Os que foram colocados hoje, já foram o que havia sido discutido em reuniões do BRIC.

Alegaram também que o BRIC está muito unido. A delegada russa alegou que os projetos que foram discutidos favoreceram ao Afeganistão, ou não estariam fazendo este projeto. O Brasil disse que o projeto por eles feito é para o bem do Afeganistão, tanto que tem cláusulas que foram postas a pedido do Afeganistão, então não é para bem próprio, não é para beneficiar a eles, mas sim ao Afeganistão.

LMD- A Rússia disse que não viria em uma reunião se o Brasil e a China não viessem. Vocês acham sensato trocar o BRIC pelo Afeganistão?

B- Eu acho que a Rússia tomou esse posicionamento, pois na reunião que seria feita, a opinião da Rússia divergiria muito das outras, então, não vejo problema dela querer chamar um aliado, pois como eles fizeram a reunião do G8, a maioria era aliada deles. Se o Afeganistão quer estar junto com os Estados Unidos, deverá ser visto no dia, se isso realmente favorecerá ou não eles.

LMD- O Afeganistão afirmou que a Rússia não tem um pensamento próprio e depende dos pensamentos do Brasil e da China. Comente isso.

R- É lógico que eu tenho um pensamento próprio, eu não tomei um pensamento próprio de vir ou não a reunião e de decidir se o Brasil e a China vinham comigo ou não? Um pensamento próprio meu, e o meu pensamento é o mesmo que o deles, então porque não irei expor isso.

B-Eu acho que se a Rússia não pensasse por si mesma, não seria BRIC, seria BIC. Ela não teria função.

LMD- Então vocês acham que não é pensar como um país é pensar como um grupo?

R- Com certeza.

B- Acho que quando se tem pensamentos comuns, nada mais natural do que se juntar.

R- Eles juntos podem ser mais fortes do que sozinhos.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

"Tem tudo para dar certo essa união."

Delegado do Brasil diz que é possível união entre União Européia e BRIC, já que todos tem o mesmo objetivo na produção de biocombustíveis na África. Também disse que a reunião do BRIC + União Africana foi muito boa e que o Brasil tem histórico de ajudar os países da África.

Houve hoje, 28 de setembro, uma reunião do BRIC + União Africana, com os representantes do comitê Econômico Social. Após a reunião, o delegado do Brasil, concedeu uma nota exclusiva. Leia a nota:
"Fizemos uma reunião com a União Africana, e a reunião foi muito boa, pois, o Brasil tem um histórico de ajudar os países da África. Tem vários projetos, como o projeto com Senegal, Moçambique, Egito, então tem muitos países. Um dos nossos objetivos é ajudar, incentivar a produção de biocombustíveis na África e eles também estão muito abertos, então, no geral, deu muito certo a reunião, e tem tudo para dar certo essa união."
Quando questionado sobre o fato do Brasil e da China estarem com os mesmos objetivos da União Européia na questão da plantação de biocombustíveis na África, e se isso poderia gerar uma aliança, disse que isso seria muito válido. Já estão cogitando, tem grandes chances de ocorrer e que unindo todos que possuem o mesmo objetivo, as chances de dar certo são maiores. Da parte dele o BRIC + União Européia podem se unir nesse sentido.

"Se estivessem apenas os EUA e o Afeganistão, estaria ótimo."

Afeganistão afirma que Rússia não consegue tomar suas decisões sozinhas. E EUA alega que chamou o Afeganistão devido a eles ser o tema do comitê.

Na exclusiva com os EUA e Afeganistão, hoje dia 28 de setembro, delegadas do Afeganistão e EUA alegaram que estão fazendo um projeto para ajudar a todos, uma vez que nenhum deles possa vetar. Além disso, afirma que chamou o Afeganistão para a reunião do G8 não por serem aliados, mas porque o tema tem a ver com eles, logo não faria sentido deixar a Rússia chamar seus aliados, uma vez que, segundo a delegada, no conselho de segurança, a Rússia não tem condições de mostrar o que pensa sozinha. Leia a entrevista:

LMD- A Rússia alegou que não viria a reunião, se a China e o Brasil não viessem. Por que isso ocorreu?

A- Eu acho que a Rússia não consegue tomar suas próprias decisões a respeito do jogo no Conselho de Segurança, e ela precisa do apoio da China ou do Brasil. Eu queria que ela viesse sozinha, mostrar o que ela pensa.

LMD- Ela falou também que se os EUA podem convidar quem quiserem, ela pode chamar a China e Brasil.

EUA- Nós convidamos o Afeganistão. O temo do conselho de segurança é a questão do Afeganistão. Se eu tivesse chamado o México, se eu tivesse chamado os meus aliados, eu concordava plenamente, em ela trazer os aliados dela. A gente chamou o Afeganistão, que não é aliado nosso, nem dela. É um país neutro.

A- O tema são eles. Eu acho que o Afeganistão tem mais do que direito de estar na reunião, porque o que vai ser discutido e resolvido vai ser pra gente. Melhor pra gente.

Nós temos que estar presente nas reuniões, para estar dizendo o que achamos melhor e falando o que somos contra ou a favor. Pois no dia, não teremos como votar.

LMD- Vocês acham sensato trocar, a Rússia, Brasil e a China que têm poder de voto pelo Afeganistão que nem tem o mesmo?

EUA- Isso não vai afetar a gente diretamente. Se conseguirmos o apoio do Afeganistão, que é o país em questão, não tem quem ser contra a gente. E é isso que estamos buscando, o apoio do Afeganistão. É devido a isso que estamos fazendo as reuniões do G8 + Afeganistão. Queríamos a reunião do G8 com o Afeganistão, mas se o G8 não aceita, iremos nos unir com nossos aliados, com as pessoas que realmente querem o bem do Afeganistão. Estamos fazendo um projeto pra eles. Então chamá-los na reunião, é mais importante que qualquer país. Se estivessem apenas os EUA e o Afeganistão, estaria ótimo.

LMD- Vocês acham realmente que terá um projeto de resolução, já que devido a isso a Rússia, que tem poder de veto, provavelmente vetará os projetos que vocês colocarem e vocês vetarão o que eles colocarem?

EUA- Irá ter o projeto de resolução, pois estou tentando fazer um projeto para ninguém vetar, pois é uma coisa que todos defendem combate ao terrorismo, combate a fome, não tem porque vetarem. Então as emendas serão a discussão em si. Pois não adianta criar emendas sem projetos, então precisamos de um, nem que seja o pior.

LMD- O Afeganistão tem que tomar o controle do governo até 2015. Vocês acham que tem condição pra isso, já que o país está acabado? Levando em consideração, que os EUA acham que sim.

A- Estamos conversando muito com os países a respeito disso, para que todos os países possam estar investindo na gente, para que possamos até 2015, ter a estrutura para seguir sozinho.

Um projeto para todos agradar.

EUA e Afeganistão tentaram fazer um projeto no qual tenta agradar a todos os países, visando o combate ao terrorismo, pobreza, investimento em educação, saúde e valorização da mulher na sociedade do Afeganistão.

O projeto de resolução do Conselho de Segurança foi discutido hoje, dia 28 de setembro pelos países EUA, Afeganistão e mais algumas delegações. Alegam que tentaram fazer um projeto que seja bom para todos os países e sendo assim, não haver o perigo do veto. Veja a nota dada pelos EUA e Afeganistão:

“Tentamos montar um projeto que favoreça o Afeganistão e estamos tentando montar emendas para que seja aprovado um projeto sem grandes complicações, que não tenha nenhum perigo de vetarem nosso projeto, por isso ele é baseado em coisas que todos os países defendem. Por tanto, as emendas que serão a discussão. Então o nosso projeto é baseado em combate ao terrorismo, pobreza, investimento em educação, saúde e valorização da mulher na sociedade Afegã. É isso que foi discutido.”

Exclusiva com a Russia

Federação Russa diz que não viria na reunião e veio. Uma vez que os EUA possam convidar quem quiserem para a reunião do G8, como fizeram chamando o Afeganistão, delegada Russa alega que pode convidar também, quem quiser.

LMD - Você disse hoje que devido a China e o Brasil, não terem sido convidadas para reunião do G8 mais Afeganistão, a Rússia não viria. Então, porque motivo você não viria e qual é o motivo da sua presença?

FR - Como sou membro do G8, tenho o direito de vir ou não vir na reunião e, resolvi vir. Então eu convidei Brasil e a China, pois os EUA podem convidar o Afeganistão, eu posso convidar Brasil e China. Porém, não puderam vir.

LMD - Está tendo algum conflito no G8 por causa do Afeganistão?

FR - Não, eu só sei que eles têm uma posição e eu, Brasil e China temos outra. Estamos bem seguros desta, e bateremos de frente com eles.

LMD - É por isso que o Afeganistão não queria vocês aqui?

FR - Sim.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

"Qual é a função do Irã nesse Jogo da ONU?"

Em uma reunião, hoje, 23 de setembro, com a presença dos Estados Unidos e seus aliados, concederam algumas notas onde disseram que a reunião foi muito produtiva e indagaram a função do Irã nesse Jogo da ONU.

O primeiro comitê foi o Conselho de Segurança, que disse que se reuniram com os aliados (Afeganistão, Japão e Reino Unido) para discutir questões referentes ao projeto de resolução, que será feito na semana que vem e para o qual lançarão emendas.

O segundo comitê foi o Econômico-Social, onde a delegada dos Estados Unidos disse que a reunião foi muito produtiva e que viram assuntos de interesse mútuo e formaram uma nova aliança. Eles verão o que farão daqui para frente e terão novas reuniões para discutir e que talvez, na próxima, dêem mais informações e tenham uma posição mais definida.

O último comitê foi a Assembléia Geral. A delegada dos Estados Unidos deu uma pequena nota, mas o delegado de Israel falou um pouco sobre a participação de uma delegação no jogo. Leia a transcrição da nota:

“A reunião foi muito boa. A aliança está mais fechada do que nunca. Israel, Coréia do Sul, Itália e Japão, estamos mais unidos do que nunca e “não estamos para brincadeira”. Foi o que disse a delegada dos Estados Unidos.

O delegado de Israel disse: “Eu acho importante ressaltarmos o seguinte: qual é a função do Irã nesse Jogo da ONU? Eu gostaria de perguntar para a mesa, que fez os países, qual a função do Irã? Eu não entendi muito bem, mas já que colocaram o Irã para “dar a cara a tapa”, um país que não tem aliados (completou a delegada norte americana), o uso de seu poder para atrapalhar a população, eleições fraudulentas, é uma teocracia, mas onde está a eleição, já que possui um líder todo-poderoso lá, onde está esse líder que não está intervindo em tudo? Isso é um absurdo, primeiro acontecer um fato desses, depois a punição que teve para aquela mulher, de acho que cem chibatadas, que absurdo, é contra os direitos humanos uma coisa dessas. E ainda tem voz para defender, ainda quer defender uma coisa na Assembleia Geral, um tema que envolve vida, respeito, ética (disseram os delegados de Israel e dos Estados Unidos). O que o Irã entende de vida? O Irã na o entende nada de vida para mim. Ele ameaça tacar bomba nuclear em Israel, ele não sabe que isso vai afetar a Europa, o resto do Oriente Médio essa radiação? Não sei se o Irã sabe disso, ou não sei se o Marmud Armadinejad é tão louco, o bastante para ir contra a OTAN inteira se ele fizer uma coisa dessas, pois o mundo inteiro vai “cair pra cima dele”. Olha, um país que vive essencialmente do petróleo, energia não renovável, segundo maior exportador de petróleo da OPEP, o que eles estão fazendo em uma reunião da Assembleia Geral falando sobre clonagem? Nem tecnologia para isso eles tem! Não tem aliado para defender, não tem tecnologia, não tem moral no mundo, o único país que da moral para eles é o Brasil, mas vai saber o que o Brasil quer com o Irã, sabe por que o Brasil é um país tão político, país tão bom, quer se afirmar como um BRIC, mas será que o Brasil vai ter força para se afirmar como nova potencia no lugar dos Estados Unidos? Eu acho que não, eu acho que quem vai mandar por um bom tempo é os Estados Unidos.” A delegada dos Estados Unidos disse: “É, podemos ver isso em dados, que mesmo com a crise não conseguiram derrubar os Estados Unidos.” O delegado israelense volta a falar:” É como eu falei é meio ridículo, pegar um país desse e colocar no Jogo da ONU. Eu não sei, um país desse é digno de respeito nenhum, ou digno de como acontece em várias reuniões, um país como os Estados Unidos pegar, virar as costas e sair, deixar o presidente falando sozinho. Será mesmo que um país desse tem credibilidade?” Estados Unidos – “Eu acho que nós que somo tão, acredito que importantes, acreditamos que para o meu país, ter a consciência de fazer isso é porque realmente (Israel) alguma coisa está errada aí. Eu acho que não vou comentar mais nada, o que eu tinha que falar eu já falei. Eu só queria gerar essa dúvida, colocar essa dúvida na cabeça da imprensa, por que será que o Irã está em um tema de vida, respeito, ética, não vejo proveito algum, não existe.”


ANH - Aliança das Nações Humanitárias

Novo bloco foi criado, o ANH, na reunião do dia 21 de setembro.

No dia 21 de setembro, houve a reunião do Vaticano, juntamente com os países contrários a Clonagem Humana. Os países EUA, Afeganistão, Alemanha, Arábia Saudita, Áustria, Egito, Grécia, Itália, México, Palestina, Portugal, Serra Leoa, Suíça, Tailândia e Polônia estavam presentes, ou deveriam estar. Na reunião, decidiram primeiramente, que criariam a ANHC (Aliança das Nações Humanitárias Cristãs), porém no dia seguinte, passou a ser ANH (Aliança das Nações Humanitárias). O bloco parece estar muito unido, já que todos têm a mesma posição na Assembleia Geral. “Contra o aborto e a favor da vida”, declararam ao fim da reunião.


terça-feira, 21 de setembro de 2010

"É para isso que servem as tropas militares de lá."

Foram realizadas perguntas para o G8 + BRIC na reunião de hoje, 21 de setembro, onde disseram que foi uma boa reunião e estão quase chegando a um ponto que seja melhor para o Afeganistão e para todos.

Foi realizada a seguinte pergunta: Como conciliar tantos interesses divergentes na questão da Guerra no Afeganistão? Por exemplo, G8 + Bric e Afganistão reunir em um mesmo pacote de negociações, é possível? Tradicionalmente, os EUA e seus aliados (G8) agem em comum acordo. Será que vão permitir que a ONU, considerada um organismo internacional politicamente fraco, tem condições de garantir o retorno da normalidade no Afeganistão? Responderam que por enquanto estão pensando e está tendo uma boa negociação, foi uma boa reunião e estão quase chegando a um ponto que seja melhor para o Afeganistão e para todos.
Outra pergunta foi relacionada ao fato de o Afeganistão estar devastado. Foi perguntado se não é necessário contribuir com o país para acabar com essa questão da guerra. Segundo os delegados, esse foi o tema discutido na reunião e que procederão após a retirada das tropas de lá, mas que ainda está muito cedo para revelar como procederão, tanto pois ainda não foi resolvido.
A França se contradisse em uma coletiva de entrevista fornecida após uma reunião, onde diziam que retirariam as tropas do país progressivamente, mas em uma coletiva de imprensa, disseram que manteriam as tropas, assim mantendo a paz. Sobre essa afirmação, a delegação francesa disse que a posição da França é retirar as tropas militares, não as tropas de ajuda, onde as tropas de ajuda ficarão para restabelecer o país.
Os EUA disseram, quando perguntados sobre a sua preparação para ataques terroristas (tendo em vista que a guerra no Afeganistão não acabou nem com o Taliban nem com a Al-Qaeda), que estão se preparando para isto e que tem até 2015 para manter uma segurança dentro do Afeganistão e tentaremos manter segurança no país e no mundo "é para isso que servem as tropas militares de lá."
Foi feita uma pergunta para o Brasil, que questionava sobre a dificuldade da retirada das tropas do Afeganistão e desenvolvimento do país. A delegada disse que é isso que foi discutido e que querem a retirada a retirada das tropas da ISAF, pois os atentados realizados pelo Talibã são feitos contra essas tropas e não contra as tropas de paz da UNAMA. Então, o objetivo não é retirar as tropas da UNAMA, e sim as tropas militares.
Em um nota enviada após a reunião, um delegado disse que na reunião falaram sobre o que o Afeganistão quer e ouviram o que ele tinha a falar. Depois cada um falou o que achava. No fim, concordaram que não adianta só tirar as tropas, tem que ter toda uma ajuda para a reconstrução do Afeganistão. Então, a melhor opção é tirar as tropas da ISAF e decidir projetos para a reconstrução do país.



segunda-feira, 20 de setembro de 2010

O objetivo da ONU

Delegado brasileiro diz que pretendem chegar a um consenso, que é o objetivo da ONU.

Hoje, 20 de setembro, houve na escola, uma reunião do G20 de maiores economias. No final da reunião não abriram para a coletiva de imprensa, mas algumas delegações concederam notas. A Coréia do Sul disse que foi a primeira reunião marcada deste G20 e que foi para conhecer os países, as propostas de cada um. Disseram que se dividiram nos comitês, onde alguns debateram, alguns se enfrentaram, mas disseram que não houve brigas na reunião. Foi uma reunião para ver os ideais de cada pessoa e que a reunião foi muito boa, produtiva e que todos colocaram suas idéias.

O Brasil, por outro lado, concedeu mais do que uma nota, concedeu uma pequena entrevista, onde respondeu a algumas perguntas. Quando questionado sobre as diferenças de opinião do G20, disse que haviam diversas opiniões, mas como é o objetivo da ONU, estão tentando chegar a um consenso e disse que no seu comitê (Econômico-social) tem sido fácil, mas que não pode dizer sobre os outros comitês.

Também foi perguntado sobre a crise e suas consequências econômicas no país, já que o G20 é um bloco predominantemente econômico. Ele afirmou que o Brasil quase não sofreu com a crise, pois tinha uma reserva, e, portanto, isso não tem alterado as relações internacionais. Para ele, o bloco está forte e unido, tanto o G20 das maiores economias, como o de maiores economias. O Brasil tem se reunido muito com o BRIC, o qual já se reuniu muitas vezes com a África do Sul, com o G20. Perguntado se pretendia juntar todos, disse que queria chegar a um consenso mesmo com as divergências, pretende chegar a um consenso que agrade a todos e que seja melhor para a população.





A melhor reunião que já fizeram!

Delegado do Brasil diz que com a discussão se pode chegar a um consenso e que essa foi a melhor reunião.

Na biblioteca do colégio, houve a reunião do MERCOSUL, hoje dia 20 de setembro. O delegado do Brasil afirmou que não há porta voz na reunião, que o MERCOSUL é um bloco muito equilibrado, já que todos são países emergentes, com características muito parecidas. Acreditam que com discussão pode-se chegar a um consenso sempre. Conseguiram se entender bem, "foi a melhor reunião de todas que já fizemos", afirma o delegado do Brasil.


"Vamos fazer com que todo mundo possa ajudar todo mundo."

Em reunião, bloco diz que existem pontos de discordância, mas que são muito unidos.

Hoje, dia 20 de setembro, a União Européia realizou outra reunião. Estavam presentes os países: Grécia, Bélgica, Itália, França , Reino Unido, Estônia, Noruega, Áustria e Alemanha. A reunião foi dividida em comitês, para cada um debatesse seu tema, com objetivo de conseguir algumas negociações. Consideram-se um bloco unido, "lógico que existem alguns pontos que a gente não concorda, mas em geral no ECOSOC e conselho de segurança, a gente é muito unido." É o que afirma a delegada do Reino Unido, sendo que o depois o delegado da Alemanha completa com a seguinte frase: "Vamos fazer com que todo mundo possa ajudar todo mundo."


Depois, gerou a dúvida de onde estavam os países da Espanha e Portugal, porque não estavam presentes. Foram tiradas algumas fotos, e fontes seguras afirmaram que não foram por "preguiça".Veja a foto, tirada depois de alguns minutos da reunião ter iniciado.