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sexta-feira, 1 de outubro de 2010

“Os americanos são americanos”

Em entrevista exclusiva, delegadas dos Estados Unidos dizem que pretendem mudar a realidade afegã, investindo no país. Comentam o triste episódio da morte de civis na Guerra do Afeganistão, crimes realizados por militares e comentam comparações realizadas entre o governo norte americano em várias situações, entre outros.

Delegadas concederam uma entrevista exclusiva. Confira:

LMD- Obama está sendo comparado ao Johnson por ser democrata e seu governo ser em período de Guerra, exatamente como o 36º presidente dos EUA. A postura dos EUA tanto em relação a guerra do Afeganistão quanto a guerra do Iraque possui inúmeras similaridades com a postura que Johnson tomou na Guerra do Vietnã. Não acha que uma maior flexibilidade nas discussões não seria a melhor atitude a ser tomada? Pois com quase 10 anos de ocupação do afeganistão não atingiu os supostos objetivos estadunidendses, vocês não temem que os EUA fracassem nessa guerra igual fracassaram em 1975?

EUA- Seremos flexíveis em alguns assuntos, mas tem certos assuntos em que não poderíamos sair da nossa estratégia, não podemos sai do nosso objetivo dentro do Afeganistão, então nós estamos com uma cabeça ‘’aberta’’ mas em certos assuntos é impossível que abramos mão.

LMD- Você manterá sua oposição, mas você não vai deixar que nada passe sua posição, e aceitará uma coisa ou outra dos outros países

EUA- Isso, eu acho se eles cederem, podemos ceder também. Certos países vão estar no conselho, com os quais não temos relações diplomáticas, então não adianta que nós cedamos, mas que eles não.

LMD- Existe uma similaridade do presidente Obama com o presidente Johnson? Vendo que ambos eram democratas e estavam em períodos de guerra.

EUA- Com Johnson, na guerra do Iraque, tivemos êxito, e não foi a toa que tiramos nossa tropas de lá, então assim como a guerra do Iraque eu acho que a guerra do Afeganistão também terá êxito, e em 2015 pretendemos ter conseguido. E em relação à guerra do Vietnã, não perdemos a guerra.

LMD- Você falou que, teve êxito na guerra. Nessa guerra o êxito vai ser bem complicado de se conseguir, devido à pressão, a força que o Talibã tem. Você acha que vai conseguir esse êxito nessa guerra?

EUA- Com certeza, é complicado mais não é impossível. Qualquer guerra é complicada, mas os Estados Unidos tem toda capacidade de conseguir.

LMD- E caso vocês consigam, as tropas sairão imediatamente de lá?

EUA- Com certeza.

LMD- Mas vocês não temem que, caso a guerra acabe e suas tropas saiam de lá, as outras tropas do Talibã que estão espalhadas pelo mundo, voltem para tentar reconstruir o terror que está implantado agora?

EUA- O nosso objetivo é bem claro, vamos combater o Talibã, e não sairemos de lá enquanto ele não for combatido.

LMD- Mas, você acha que tem fim o Talibã? Pois é um grupo político, e ter fim um grupo político como o Talibã, que tem uma força muito grande, requer muito esforço.

EUA- Darei um exemplo do partido nazista, ele teve um fim, teve. Existem nazistas até hoje, mas nada disso afeta mais. Então o Talibã vai acabar, e terão alguns talibãs espalhados pelo mundo, mas não irão afetar mais.

LMD- Mulheres são mortas sem motivos no Afeganistão. Como você vê esta consequência social para Afeganistão para esta guerra?

EUA- De maneira alguma isto vai acabar. Isso faz parte de nosso projeto, e ele irá acabar com isso, pois é um desrespeito a mulher afegã, e isso é desumano.

LMD- Mais o Afeganistão é um país conservador, a religião é conservadora você acha que isto pode mudar de um dia para noite, tendo em vista que são muitos anos de cultura?

EUA- O Islamismo desvaloriza um pouco a mulher, só que o Talibã fez da mulher uma pessoa inútil na sociedade. O que faremos é tornar a mulher respeitada exatamente como é no Islamismo, de maneira iremos tirar a cultura deles.

LMD- Mas então, vão manter a cultura e tirar os fatores ruins que acabam com a sociedade?

EUA- Sim, com os que o Talibã criou.

LMD- As realidades da África e do Afeganistão podem ser que comparadas. São lugares muito pobres sem desenvolvimento, não tem tecnologia nenhuma. Você acha que um projeto de resolução pro Afeganistão poderia servir para África, já que elas vivem na mesma pobreza, sem educação e sem desenvolvimento nos dois países?

EUA- Tenho certeza que sim, mas isso seria uma coisa discutida em ECOSOC, porque África não sofre conflitos mundiais e sim de etnia, então não é uma coisa que o conselho de segurança possa ajudar.

LMD- Mas você acha que em seu projeto, que esta sendo desenvolvido, algumas partes dele podem ser úteis no continente africano, visto a singularidade com a discussão afegã?

EUA- Sim poderiam, principalmente para os países da África que são islâmicos também.

LMD- Os direitos humanos são praticamente inexistentes no Afeganistão. Como você vê isso, e pretende acabar com isso como?

EUA- Ainda não trabalhamos em uma cláusula sobre isso para o nosso projeto, mas iremos trabalhar, pois é uma coisa que a ONU diz necessária, e se a ONU diz, o mundo todo deveria respeitar.

LMD- Militares mataram civis por esportes no Afeganistão, mutilaram eles alguns mantinham crânios, dedos como troféu e ainda tentaram forjar que eram terroristas, sendo que eram civis, colocando granadas perto deles para parecerem terroristas. Como você vê isto, tendo em vista se pode piorar a situação do Afeganistão?

EUA- Primeiro, o militar que fez isto estava drogado. Segundo, eu acho muito interessante se o mundo entendesse a pressão que é uma guerra, de você estar lá, lutar pelo seu país, lutar pelo bem de outro povo é uma pressão que talvez cause problemas psicológicos, e as pessoas julgam sem ao menos saber. E não é assim que funciona uma guerra tem gente quem não sabe o conceito de uma guerra e sai julgando os Estados Unidos da forma errada.

LMD- Mesmo assim, não pode causa um sentimento de realista do próprio povo Afegão não tanto só no Talibã.

EUA- Não, o povo afegão já deixou bem claro que eles aprovam nossa permanência lá para proteger eles.

LMD- Mais isto não pode muda um pouco as coisas, já que civis foram mortos por militares que estavam lá para proteger o país?

EUA- Certo, sei que foram militares dos Estados Unidos, mas gostaria que vocês entendessem a guerra em si. Sei que seria uma violação dos direito humanos sei eu falasse que foram um ou dois, se foram um ou dois foram muitos, pois são civis que tem que ter os direitos humanos. Sim, nós reconhecemos nossos erros, só que gostaria que todos (imprensas, nações a ONU) reconhecessem como é a pressão de fazer uma guerra, de estar um uma e estar para defender ali, é uma pressão psicológica.

LMD- Obama ele é um democrata e o governo norte americano é conservador. Você acha que pode ter um conflito relativo a isto, já que o governo e o presidente Obama podem, talvez, não conciliar as opiniões?

EUA- O governo ele é conservador e o Obama ele é um democrata. Eles têm idéias opostas, mas é algo que não vai conciliar. Tem certas discussões, tem esses conflitos entre o governo e o presidente Obama, mas é evidente ver que, por exemplo, as estratégias que o Obama fez para o Afeganistão, nesse momento, são muito melhores que as anteriores dos conservadores, então é interessante ver que existem conflitos, mas, esta melhorando para todos.

LMD- O Afeganistão esta destruído e as pessoas lá não têm como sobreviver, ter uma vida sustentável de maneira nenhuma. Isso não pode ser visto como um motivo para que elas entrem no Talibã para lutar contra vocês? Como a sociedade norte americana vê isto perante uma guerra, já que o país não esta tendo desenvolvimento? Seria possível criar fundos, ou alguma outra ação para desenvolver o país, tornando essa realidade menos cruel?

EUA- Esse é um projeto da França, que foi criado na reunião, mas eu apoio esse fundo para desenvolver o Afeganistão e a quantidade monetária será relacionada com o número de tropas. Na questão do Talibã, as tropas têm a obrigação de evitar que entrem para o Talibã e eu acho que o Talibã não está crescendo, mas sim realizando ataques mais constantes.

LMD- Esse ano foi segundo dados, o ano mais mortífero no Afeganistão. Comente.

EUA- Gostaria de deixar bem claro que a maioria das mortes é de pessoas do Talibã.

LMD- “O incidente elevou para 529 o número de soldados estrangeiros mortos neste ano no país.

EUA- Isso é um ponto positivo, que indica que estamos indo a luta, não estamos lá “dormindo”.

LMD- Isso não está acabando com vidas?

EUA- Gostaria de deixar bem claro que os americanos são americanos.

LMD- Como é possível a maior potência do planeta, que se diz a guardiã dos direitos humanos e da democracia, permitir os abusos e maus tratos aos prisioneiros de Guantánamo?

EUA- Nós não permitimos os abusos

LMD- Existem abusos sim em Guantánamo, tortura, métodos que são usados para descobrir dados de terroristas. Como vocês ainda permitem que isso ocorra que essa tortura ocorra? Isso não fere os direitos humanos?

EUA- Nós não permitimos. Uma coisa é não procurar uma solução, mas não o incentivamos.

LMD- Mas vocês vêem que ocorre e não tomam nenhuma atitude?

EUA- É uma falha no sistema norte americano, pois todos têm falhas.

LMD- Por que Israel não é duramente repreendido pelo governo estadunidense quando ataca acampamentos de palestinos matando crianças indefesas?

EUA- Você acha que devemos julgar outros países? Nós podemos os julgar, mas obrigar a fazer algo, não podemos, pois invadiríamos o espaço deles. Então, nós os julgamos errados, eles estão errados, mas não podemos fazer melhorar, pois se estivesse no nosso país seria diferente. Até por uma questão religiosa, onde os judeus são muito radicais.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Povo vencedor e livre do terrorismo

A reunião que foi feita de última hora, pelos países EUA, Gabão, Nigéria e Bósnia, teve como objetivo de conhecer um ao outro e foi ótima. Não conseguiram chegar a um consenso, porém provavelmente os países darão respostas outro dia.
A reunião do Conselho de Segurança, foi dia 29 de Setembro. Estavam presentes os países EUA, Gabão, Nigéria e Bósnia. A delegada da Nigéria alegou que a reunião foi só para que eles conversassem sobre o que cada país está interessado, sobre o ponto de vista de cada um. Disseram que não chegaram a uma resolução. Logo em seguida, Gabão afirmou que ainda estão resolvendo o que irão decidir.
Delegadas Norte-Americanas afirmaram que fizeram uma reunião para conhecer os outros países, e que foi realmente em cima da hora, já que estão sem tempo, fazendo discursos, DPO's , trabalhos. Apesar disso, foi ótima a reunião. Os EUA falaram das suas propostas, que foram as mesmas da reunião anterior.
Não chegaram a uma conclusão correta, mas alegaram que os outros países presentes, dariam respostas até o dia seguinte, em relação ao projeto. Disseram também, quando perguntado se a aliança tem futuro, que sim "qualquer aliança tem futuro".
Segundo a delegada dos EUA, o presidente do Afeganistão, que está passando por todos os problemas do país acha que a retirada é precoce, então, ela se pergunta por qual motivo, serão contra essa opinião. O presidente terá a capacidade de controlar o governo em 2015, e no momento o exército afegão, está despreparado. Além de acreditar que a OTAN, está sendo incompetente de retirar as tropas em 2014. Para ela, esse ano de diferença poderia ser muito bem utilizado para o treinamento do exercito. Estão trabalhando para fazer deles um povo vencedor e livre do terrorismo que os prende.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

"Se estivessem apenas os EUA e o Afeganistão, estaria ótimo."

Afeganistão afirma que Rússia não consegue tomar suas decisões sozinhas. E EUA alega que chamou o Afeganistão devido a eles ser o tema do comitê.

Na exclusiva com os EUA e Afeganistão, hoje dia 28 de setembro, delegadas do Afeganistão e EUA alegaram que estão fazendo um projeto para ajudar a todos, uma vez que nenhum deles possa vetar. Além disso, afirma que chamou o Afeganistão para a reunião do G8 não por serem aliados, mas porque o tema tem a ver com eles, logo não faria sentido deixar a Rússia chamar seus aliados, uma vez que, segundo a delegada, no conselho de segurança, a Rússia não tem condições de mostrar o que pensa sozinha. Leia a entrevista:

LMD- A Rússia alegou que não viria a reunião, se a China e o Brasil não viessem. Por que isso ocorreu?

A- Eu acho que a Rússia não consegue tomar suas próprias decisões a respeito do jogo no Conselho de Segurança, e ela precisa do apoio da China ou do Brasil. Eu queria que ela viesse sozinha, mostrar o que ela pensa.

LMD- Ela falou também que se os EUA podem convidar quem quiserem, ela pode chamar a China e Brasil.

EUA- Nós convidamos o Afeganistão. O temo do conselho de segurança é a questão do Afeganistão. Se eu tivesse chamado o México, se eu tivesse chamado os meus aliados, eu concordava plenamente, em ela trazer os aliados dela. A gente chamou o Afeganistão, que não é aliado nosso, nem dela. É um país neutro.

A- O tema são eles. Eu acho que o Afeganistão tem mais do que direito de estar na reunião, porque o que vai ser discutido e resolvido vai ser pra gente. Melhor pra gente.

Nós temos que estar presente nas reuniões, para estar dizendo o que achamos melhor e falando o que somos contra ou a favor. Pois no dia, não teremos como votar.

LMD- Vocês acham sensato trocar, a Rússia, Brasil e a China que têm poder de voto pelo Afeganistão que nem tem o mesmo?

EUA- Isso não vai afetar a gente diretamente. Se conseguirmos o apoio do Afeganistão, que é o país em questão, não tem quem ser contra a gente. E é isso que estamos buscando, o apoio do Afeganistão. É devido a isso que estamos fazendo as reuniões do G8 + Afeganistão. Queríamos a reunião do G8 com o Afeganistão, mas se o G8 não aceita, iremos nos unir com nossos aliados, com as pessoas que realmente querem o bem do Afeganistão. Estamos fazendo um projeto pra eles. Então chamá-los na reunião, é mais importante que qualquer país. Se estivessem apenas os EUA e o Afeganistão, estaria ótimo.

LMD- Vocês acham realmente que terá um projeto de resolução, já que devido a isso a Rússia, que tem poder de veto, provavelmente vetará os projetos que vocês colocarem e vocês vetarão o que eles colocarem?

EUA- Irá ter o projeto de resolução, pois estou tentando fazer um projeto para ninguém vetar, pois é uma coisa que todos defendem combate ao terrorismo, combate a fome, não tem porque vetarem. Então as emendas serão a discussão em si. Pois não adianta criar emendas sem projetos, então precisamos de um, nem que seja o pior.

LMD- O Afeganistão tem que tomar o controle do governo até 2015. Vocês acham que tem condição pra isso, já que o país está acabado? Levando em consideração, que os EUA acham que sim.

A- Estamos conversando muito com os países a respeito disso, para que todos os países possam estar investindo na gente, para que possamos até 2015, ter a estrutura para seguir sozinho.

Um projeto para todos agradar.

EUA e Afeganistão tentaram fazer um projeto no qual tenta agradar a todos os países, visando o combate ao terrorismo, pobreza, investimento em educação, saúde e valorização da mulher na sociedade do Afeganistão.

O projeto de resolução do Conselho de Segurança foi discutido hoje, dia 28 de setembro pelos países EUA, Afeganistão e mais algumas delegações. Alegam que tentaram fazer um projeto que seja bom para todos os países e sendo assim, não haver o perigo do veto. Veja a nota dada pelos EUA e Afeganistão:

“Tentamos montar um projeto que favoreça o Afeganistão e estamos tentando montar emendas para que seja aprovado um projeto sem grandes complicações, que não tenha nenhum perigo de vetarem nosso projeto, por isso ele é baseado em coisas que todos os países defendem. Por tanto, as emendas que serão a discussão. Então o nosso projeto é baseado em combate ao terrorismo, pobreza, investimento em educação, saúde e valorização da mulher na sociedade Afegã. É isso que foi discutido.”

domingo, 26 de setembro de 2010

Resolver uma questão militar democraticamente

Em entrevista exclusiva, delegada dos Estados Unidos diz que pretende resolver a questão militar do Afeganistão democraticamente e que discutirão o quando e a quantidade de soldados que deverão ser retirados do Afeganistão.

Após uma reunião, uma delegada norte americana, responsável pelo Conselho de Segurança, concedeu uma entrevista exclusiva.

LMD- A contra-insurgência não tem surtido efeito no Afeganistão, é por isso que vocês estão tomando uma postura contra-terrorista?
EUA- Nós sempre tivemos uma estratégia contra-terrorista, não é isso de agora não. Nos nove anos que estamos lá, foram contra-terrorista, com as tropas da ISAF e da UNAMA, contra-insurgência.

LMD- Os Estados Unidos falaram que iriam começar a retirada das tropas do Afeganistão, mas, recentemente, teve uma reportagem mostrando que até novembro 30 mil soldados serão enviados para lá. Não é uma atitude equivocada? Os EUA realmente pretendem retirar as tropas ou é tudo apenas promessas de uma politica no cotexto do politicamente correto?
EUA- Começaremos a retirada das tropas em julho de 2011 e isso está sendo discutido nas reuniões e a quantidade de soldados retirados. Os trinta mil já foram mandados, dois meses atrás, devido as eleições que aconteceram agora, no dia dezoito, para garantir maior segurança. Foi só para a segurança do país, mas a partir de julho do ano que vem começaremos a retirar as tropas, e a quantidade está sendo discutida nas reuniões.

LMD- O governo do Afeganistão deve tomar o controle do país até o ano de 2015, segundo uma medida. Você acha que o país tem condições de o fazer, mesmo estando devastado?
EUA- Tem, tem condições. Esse é o nosso projeto e é nisso que trabalharemos em cima. Está sendo discutida a questão de ano, têm países que querem que façamos até 2014. Então é isso que está sendo discutido nas reuniões.
LMD- Vocês acham que dá para se resolver a questão democraticamente?É isso que vocês querem fazer esse ano na ONU, resolver uma questão militar democraticamente?
EUA- Dá sim.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

"Qual é a função do Irã nesse Jogo da ONU?"

Em uma reunião, hoje, 23 de setembro, com a presença dos Estados Unidos e seus aliados, concederam algumas notas onde disseram que a reunião foi muito produtiva e indagaram a função do Irã nesse Jogo da ONU.

O primeiro comitê foi o Conselho de Segurança, que disse que se reuniram com os aliados (Afeganistão, Japão e Reino Unido) para discutir questões referentes ao projeto de resolução, que será feito na semana que vem e para o qual lançarão emendas.

O segundo comitê foi o Econômico-Social, onde a delegada dos Estados Unidos disse que a reunião foi muito produtiva e que viram assuntos de interesse mútuo e formaram uma nova aliança. Eles verão o que farão daqui para frente e terão novas reuniões para discutir e que talvez, na próxima, dêem mais informações e tenham uma posição mais definida.

O último comitê foi a Assembléia Geral. A delegada dos Estados Unidos deu uma pequena nota, mas o delegado de Israel falou um pouco sobre a participação de uma delegação no jogo. Leia a transcrição da nota:

“A reunião foi muito boa. A aliança está mais fechada do que nunca. Israel, Coréia do Sul, Itália e Japão, estamos mais unidos do que nunca e “não estamos para brincadeira”. Foi o que disse a delegada dos Estados Unidos.

O delegado de Israel disse: “Eu acho importante ressaltarmos o seguinte: qual é a função do Irã nesse Jogo da ONU? Eu gostaria de perguntar para a mesa, que fez os países, qual a função do Irã? Eu não entendi muito bem, mas já que colocaram o Irã para “dar a cara a tapa”, um país que não tem aliados (completou a delegada norte americana), o uso de seu poder para atrapalhar a população, eleições fraudulentas, é uma teocracia, mas onde está a eleição, já que possui um líder todo-poderoso lá, onde está esse líder que não está intervindo em tudo? Isso é um absurdo, primeiro acontecer um fato desses, depois a punição que teve para aquela mulher, de acho que cem chibatadas, que absurdo, é contra os direitos humanos uma coisa dessas. E ainda tem voz para defender, ainda quer defender uma coisa na Assembleia Geral, um tema que envolve vida, respeito, ética (disseram os delegados de Israel e dos Estados Unidos). O que o Irã entende de vida? O Irã na o entende nada de vida para mim. Ele ameaça tacar bomba nuclear em Israel, ele não sabe que isso vai afetar a Europa, o resto do Oriente Médio essa radiação? Não sei se o Irã sabe disso, ou não sei se o Marmud Armadinejad é tão louco, o bastante para ir contra a OTAN inteira se ele fizer uma coisa dessas, pois o mundo inteiro vai “cair pra cima dele”. Olha, um país que vive essencialmente do petróleo, energia não renovável, segundo maior exportador de petróleo da OPEP, o que eles estão fazendo em uma reunião da Assembleia Geral falando sobre clonagem? Nem tecnologia para isso eles tem! Não tem aliado para defender, não tem tecnologia, não tem moral no mundo, o único país que da moral para eles é o Brasil, mas vai saber o que o Brasil quer com o Irã, sabe por que o Brasil é um país tão político, país tão bom, quer se afirmar como um BRIC, mas será que o Brasil vai ter força para se afirmar como nova potencia no lugar dos Estados Unidos? Eu acho que não, eu acho que quem vai mandar por um bom tempo é os Estados Unidos.” A delegada dos Estados Unidos disse: “É, podemos ver isso em dados, que mesmo com a crise não conseguiram derrubar os Estados Unidos.” O delegado israelense volta a falar:” É como eu falei é meio ridículo, pegar um país desse e colocar no Jogo da ONU. Eu não sei, um país desse é digno de respeito nenhum, ou digno de como acontece em várias reuniões, um país como os Estados Unidos pegar, virar as costas e sair, deixar o presidente falando sozinho. Será mesmo que um país desse tem credibilidade?” Estados Unidos – “Eu acho que nós que somo tão, acredito que importantes, acreditamos que para o meu país, ter a consciência de fazer isso é porque realmente (Israel) alguma coisa está errada aí. Eu acho que não vou comentar mais nada, o que eu tinha que falar eu já falei. Eu só queria gerar essa dúvida, colocar essa dúvida na cabeça da imprensa, por que será que o Irã está em um tema de vida, respeito, ética, não vejo proveito algum, não existe.”


ANH - Aliança das Nações Humanitárias

Novo bloco foi criado, o ANH, na reunião do dia 21 de setembro.

No dia 21 de setembro, houve a reunião do Vaticano, juntamente com os países contrários a Clonagem Humana. Os países EUA, Afeganistão, Alemanha, Arábia Saudita, Áustria, Egito, Grécia, Itália, México, Palestina, Portugal, Serra Leoa, Suíça, Tailândia e Polônia estavam presentes, ou deveriam estar. Na reunião, decidiram primeiramente, que criariam a ANHC (Aliança das Nações Humanitárias Cristãs), porém no dia seguinte, passou a ser ANH (Aliança das Nações Humanitárias). O bloco parece estar muito unido, já que todos têm a mesma posição na Assembleia Geral. “Contra o aborto e a favor da vida”, declararam ao fim da reunião.


terça-feira, 21 de setembro de 2010

O Taliban é um inimigo do mundo

Em entrevista, delegada dos Estados Unidos disse que o Taliban é um inimigo do mundo e que não teme nenhum bloco.

No final da reunião do G8 + BRIC, os Estados Unidos concederam uma entrevista. Leia:
Foi realizada uma pergunta sobre a relação dos Estados Unidos mostrar a idéia de democracia e da tortura realizada pelos soldados no Iraque e no Afeganistão. Disseram que isso não é uma questão discutível na ONU, que não é uma questão discutível nesse ano, nesse tema, nesse comitê, mas caso seja discutido no dia, terão uma resposta. A pergunta foi complementada com o fato dessa tortura poder gerar um certo sentimento de "revanchismo" no Taliban. Disseram que é muito claro que o Taliban é um inimigo do mundo inteiro, afeta o mundo inteiro, principalmente os Estados Unidos, mas afeta a França também, afeta a Alemanha, então não é uma questão Estados Unidos e Taliban.
Quanto ao petróleo achado no Golfo Pérsico, e isso ser um motivo para haverem novas invasões no país, alegaram que o petróleo foi achado no meio do ano e que o presidente Obama criou novas estratégias para o Afeganistão no final do ano passado, para tentar manter as tropas até 2015, então, segundo a delegada, não existe relação entre esses dois fatores, pois o presidente decidiu isto antes da descoberta do petróleo. Quando se aumentam os atrativos do país, aumentam os riscos de invasão de países exploradores, portanto, o presidente Obama estaria se precipitando ao retirar as tropas. Sobre este complemento a delegada disse que a estratégia continua a mesma, e isso será decidido nas próximas reuniões, então, segundo ela, não há relação alguma com petróleo.
Na questão sobre a guerra afetar os Estados Unidos, disseram que afeta muito a economia, e que já estão sendo muito prejudicados, mas estão se importando em garantir a segurança do Afeganistão diante do Taliban, então os afetará economicamente, mas estão dispostos a gastar este dinheiro para ajudar o Afeganistão na recomposição deles.
Se as tropas forem retiradas, o Taliban volta ao poder, se as tropas continuarem lá, continua o "revanchismo", então não seria mais interessante desenvolver o Afeganistão para depois retirar as tropas? Alegaram que foi discutido na reunião de hoje, mas que comentarão sobre isto nas próximas reuniões.
Informaram que não sentem que perderão a sua posição atual para o BRIC e não acham que podem ser afetados por nenhum bloco.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

EUA e as reuniões secretas

Estados Unidos e Israel são pegos em reunião.

Hoje, dia 15 de setembro, os EUA, mais uma vez, foram pegos fazendo mais uma reunião secreta. Desta vez na companhia de Israel, com a qual é a segunda vez que são pegos fazendo uma reunião. Por qual motivo a imprensa não é noticiada destas reuniões? De onde vem tal medo da imprensa? Primeiro não respondem as entrevistas, agora continuam em realizar reuniões secretas. Isto só aumenta a desconfiança de que os EUA estão despreparados.


Medo ou despreparo? EUA não responde as entrevistas, por que?

Estados Unidos não responde a entrevista e diz que o motivo foi não ter sido entregue na primeira semana da ONU.

Hoje, dia 15 de setembro, uma delegada dos EUA informou que não entregariam nenhuma entrevista que receberam depois da primeira semana que começaram os Jogos da ONU. As delegadas entram em contradição, já que dias atrás, uma outra delegada mostrou e disse que já estavam respondendo a entrevista. Além disso, quando foi contado a elas o acontecido, elas disseram não saber dessa declaração. Pode-se concluir então que os EUA provavelmente estão com alguns “problemas” de comunicação entre eles. Será que a entrevista os assustou e os deixou com algum medo, insegurança ou mostraram que de fato estão despreparados? Qual é a melhor explicação para isso? Por que só responderam as duas primeiras entrevistas? Talvez porque estas estavam mais fáceis.


sexta-feira, 10 de setembro de 2010

"Não existe ONU sem o NAFTA [...]"

Hoje, 10 de setembro, houve uma reunião do NAFTA. No final, as delegações não responderam nenhuma pergunta, mas a delegação norte-americana deu uma declaração onde disse que não existe ONU sem o NAFTA e que estão de luto, devido ao atentado de 11 de setembro.


"Nós nos reunimos hoje para discutir algumas posições e se conhecer também, pois nós não tinhamos tido a oportunidade antes de se reunir, e até mesmo pois é pratico, não existe ONU sem o NAFTA se reunir para discutir algumas coisas.
Agora não vai poder responder pois tem muitas pessoas que querem ir embora e não responderemos coisas sozinhos.
Gostaríamos de aproveitar essa oportunidade para estar lembrando que amanhã foi onze de setembro, nossos atentados, e o nosso país está de luto.
Só isso."

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Flagra!

Imagine que a Delegação dos EUA estava sozinha em uma sala do colégio, enquanto no pátio estava ocorrendo a distribuição dos manuais, no segundo intervalo. Que suspeito! Será que estavam fazendo uma reunião?


sexta-feira, 27 de agosto de 2010

EUA e Israel conversando sobre projetos da escola, suspeito não?

Conversas e pessoas suspeitas foram flagradas na biblioteca, alegando conversar sobre projetos escolares!


Hoje, dia vinte e sete de Agosto, a delegada dos EUA confirmou que sua delegação juntamente com a delegação de Israel estavam apenas conversando sobre projetos da escola. Bem suspeito não? Ela disse ainda que sempre tiveram afinidade com todos esses delegados.
Não se pode concluir nada, mas se estavam fazendo uma suposta reunião, por que não avisaram todas as imprensas?
Entretanto é preciso que confiemos nela, se não estavam fazendo reunião da ONU... não estavam!