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sexta-feira, 1 de outubro de 2010

"Pra conseguirmos fazer um jogo da ONU bonito, legal."

O primeiro delegado da Assembleia Geral afirmou que pretende logicamente vencer, e alega que já estão esperando as opiniões contrárias.

Brasil com as melhores expectativas para o jogo, veja:

B - Estamos com as melhores possíveis expectativas, nós estudamos direitinho por quase dois meses, vendo argumentos, procurando a posição política do nosso país. E agora amanhã será o resultado de tudo isso .

LMD - Como vocês pretendem lidar com os conflitos gerados durante o jogo?

B - Nós já estamos esperando essas opiniões contrárias, as críticas, porque a posição do Brasil, tanto nos três comitês, é uma posição que gera críticas, já que são culturas diferentes, são hábitos diferentes, que a gente lida. Mas nós estudamos para conseguir embasar os nossos argumentos, com coisas sólidas, pra gente conseguir fazer um jogo da ONU bonito, legal.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

"Incetivar o biocombustivel é sempre um ponto positivo"

Delegado brasileiro diz que tem os mesmos objetivos que os países presentes na reunião e que buscarão alianças. Ele diz que estão colocando coisas boas para o mundo inteiro e que plantar bicombustíveis é sempre positivo.

Após reunião do BRIC com a Austrália, Senegal e o Irã, o delegado brasileiro concedeu uma nota exclusiva:

"A reunião de hoje foi de países em sua maioria subdesenvolvidos e emergentes, uma vez que tem objetivos iguais, pois o dia da ONU está chegando, e queremos buscar mais alianças, para ter um grupo bem estruturado."

Logo após, respondeu exclusivamente a algumas perguntas:

LMD- Os países estão aceitando as resoluções propostas por vocês, um país subdesenvolvido e emergente?
B- Não é questão de estarem aceitando, estamos apenas chegando a um consenso.

LMD- Então vocês estão colocando coisas boas pra vocês e para eles também?
B- Para o mundo inteiro.

LMD- Como a Africa viu a plantação de biocombustível no seu continente?
B- De uma maneira positiva, apoiar o biocombustível no continente africano. Estão conosco, isso é um ponto positivo assim como a gente, pois incentivar o biocombustivel é sempre um ponto positivo.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Todos lutam pelo mesmo objetivo

Brasil e Senegal mostram que BRIC e União Africana estão unidos, e que já tem um projeto em que ambos estão apoiando, para o bem da humanidade. Uma vez que Senegal fazendo acordos com o BRIC e com a União Européia, deixará a produção de biocombustível, mais rentável e sustentável. Enquanto o Brasil não vê problemas em exportar biocombustível para os Norte-Americanos.

Hoje, dia 29 de setembro, na exclusiva com alguns países da União Africana, União Européia e do BRIC, foi relatado que estão em pleno acordo, tendo os mesmos objetivos. Foram entrevistados os países Brasil (B), Senegal (S), Federação Russa (FR) e Reino Unido (RU). Confira:

LMD - O Brasil está recebendo criticas do mundo por causa da Cana de açúcar, o modo de plantar “escravo” e também que acaba com o Meio Ambiente. Comente como vocês pretendem lidar com isso no jogo da ONU?

B - Na verdade o tema do jogo da ONU, não é a mudança climática, então o que podemos abranger nessa questão da Cana no Jogo é a questão da queimada. Nós pretendemos desenvolver técnicas, que na verdade já temos algumas idéias, para evitar as queimadas, pois o Biocombustível da Cana é mais rentável. E o único empecilho que pode atrapalhar são as queimadas. E tirando-as, fica tudo certo.

LMD – Vocês acham que pode haver uma exportação do biocombustível brasileiro para os EUA, tendo em vista que o biocombustível Norte-Americano, não é tão rentável quanto o Brasileiro?

B – Da minha parte sim. Pois todos sabem que o mais rentável é o da Cana e dos EUA é um pouco menos, onde a maioria é feita do milho, boa parte é subsidiado, e por isso fica um preço um pouco mais barato, porém no caso nós somos a favor do Biocombustível como uma forma de amenizar as mudanças climáticas. Ele é menos rentável, mas é um biocombustível. Também ameniza as mudanças climáticas, e esse é o objetivo. Desde que seja produzido o biocombustível, já um ponto positivo.

LMD – Vocês pretendem tentar um acordo com o BRIC, com a União Européia, para a produção de biocombustível na África de maneira rentável e sustentável?

S - Sim, a União Africana está querendo preparar alguns projetos com o BRIC, pois na realidade a União Africana sempre fez projetos, principalmente com o Brasil.

B – Já até existem projetos, em relação ao biocombustível com alguns países da União Africana. Inclusive, até no manual do ECOSOC fala que o Brasil é um país que incentiva a produção de biocombustível em outros países, principalmente no continente Africano.

LMD – A União Européia acredita que está dando certa essa aliança, já que você disse em uma entrevista que poderia dar certo essa aliança com o BRIC?

RU - Como temos idéias parecidas, pode sim fortalecer nossa aliança, pois é uma maneira de beneficiar a todos.

LMD – Com a aliança facilitaria obter os objetivos comuns, passar um projeto?

B – Na verdade até já existem projetos entre o Brasil, o MERCOSUL e alguns países da União Européia, está servindo para podermos juntar Brasil, MERCOSUL e União Européia, o Brasil e a União Africana, juntando tudo em prol do bem comum, em prol da humanidade.

LMD – O clima da África é apropriado para o plantio de cana. O Reino Unido acredita que seria um empecilho, já que vocês plantam biocombustível, não podendo investir lá? Seria mais vantajoso o plantio de Beterraba ou da Cana? Vocês preferem lutar pelo seu produto ou pelo produto brasileiro que é mais rentável que o seu?

RU - Varia do clima, porque o meu continente não pode plantar cana, pois lá não tem clima suficiente para isso.

B – Quanto a isso, temos que ver, pois estamos defendendo o bem da humanidade inteira, uma vez que as mudanças climáticas afetarão o mundo inteiro. Então não é defender o seu produto ou o da África e sim defender o biocombustível em geral como uma das únicas formas de salvar a humanidade.

LMD - Qual é o posicionamento da Rússia diante disso?

FR – A Rússia vê como uma possibilidade de expandir a matriz energética na África e na matriz energética do mundo também.

Finalizando com uma nota o delegado do Brasil alega que a reunião foi muito boa, com a presença da União Africana e União Européia, além do BRIC. Chegaram à conclusão que seus objetivos são os mesmos. Estão tentando conciliar maneiras para concluir esse objetivo. E que vendo da parte do Brasil – um país diplomata - dará tudo certo. Depois Reino Unido ainda afirma que a reunião foi muito produtiva e que por tanto, para a União Européia, isso funcionará.

É pensar como um grupo

Brasil e Rússia dizem que fizeram uma boa parte de seu projeto de resolução e que ainda debaterão com delegado chinês. Disseram também que os projetos discutidos favorecerão ao Afeganistão e que foram postadas clausulas pedidas pelo Afeganistão.

Delegadas do Brasil e Rússia deram uma declaração exclusiva após reunião, realizada hoje, 29 de setembro. Confira:

“Hoje começamos o projeto de resolução do BRIC. O delegado da China não pode vir por motivos pessoais, então, eu [delegada do Brasil] e a delegada da Rússia começamos e fizemos uma boa parte, somente faltando algumas questões que ainda devem ser debatidas com o delegado da China, para que não hajam conflitos na hora de decidir, pois, ás vezes, tem alguma coisa que ele não quer, alguma coisa que a Rússia não quer, então , o grupo está bem unido, somente coisas que devemos discutir, pois as opiniões podem divergir.”

LMD- O que vocês decidiram pode afetar a China de alguma maneira?

B- Não, é pois, ele pode ter uma outra opinião, ele quer acrescentar alguma coisa nas cláusulas, ele pode ter uma idéia nova. Os que foram colocados hoje, já foram o que havia sido discutido em reuniões do BRIC.

Alegaram também que o BRIC está muito unido. A delegada russa alegou que os projetos que foram discutidos favoreceram ao Afeganistão, ou não estariam fazendo este projeto. O Brasil disse que o projeto por eles feito é para o bem do Afeganistão, tanto que tem cláusulas que foram postas a pedido do Afeganistão, então não é para bem próprio, não é para beneficiar a eles, mas sim ao Afeganistão.

LMD- A Rússia disse que não viria em uma reunião se o Brasil e a China não viessem. Vocês acham sensato trocar o BRIC pelo Afeganistão?

B- Eu acho que a Rússia tomou esse posicionamento, pois na reunião que seria feita, a opinião da Rússia divergiria muito das outras, então, não vejo problema dela querer chamar um aliado, pois como eles fizeram a reunião do G8, a maioria era aliada deles. Se o Afeganistão quer estar junto com os Estados Unidos, deverá ser visto no dia, se isso realmente favorecerá ou não eles.

LMD- O Afeganistão afirmou que a Rússia não tem um pensamento próprio e depende dos pensamentos do Brasil e da China. Comente isso.

R- É lógico que eu tenho um pensamento próprio, eu não tomei um pensamento próprio de vir ou não a reunião e de decidir se o Brasil e a China vinham comigo ou não? Um pensamento próprio meu, e o meu pensamento é o mesmo que o deles, então porque não irei expor isso.

B-Eu acho que se a Rússia não pensasse por si mesma, não seria BRIC, seria BIC. Ela não teria função.

LMD- Então vocês acham que não é pensar como um país é pensar como um grupo?

R- Com certeza.

B- Acho que quando se tem pensamentos comuns, nada mais natural do que se juntar.

R- Eles juntos podem ser mais fortes do que sozinhos.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

"Tem tudo para dar certo essa união."

Delegado do Brasil diz que é possível união entre União Européia e BRIC, já que todos tem o mesmo objetivo na produção de biocombustíveis na África. Também disse que a reunião do BRIC + União Africana foi muito boa e que o Brasil tem histórico de ajudar os países da África.

Houve hoje, 28 de setembro, uma reunião do BRIC + União Africana, com os representantes do comitê Econômico Social. Após a reunião, o delegado do Brasil, concedeu uma nota exclusiva. Leia a nota:
"Fizemos uma reunião com a União Africana, e a reunião foi muito boa, pois, o Brasil tem um histórico de ajudar os países da África. Tem vários projetos, como o projeto com Senegal, Moçambique, Egito, então tem muitos países. Um dos nossos objetivos é ajudar, incentivar a produção de biocombustíveis na África e eles também estão muito abertos, então, no geral, deu muito certo a reunião, e tem tudo para dar certo essa união."
Quando questionado sobre o fato do Brasil e da China estarem com os mesmos objetivos da União Européia na questão da plantação de biocombustíveis na África, e se isso poderia gerar uma aliança, disse que isso seria muito válido. Já estão cogitando, tem grandes chances de ocorrer e que unindo todos que possuem o mesmo objetivo, as chances de dar certo são maiores. Da parte dele o BRIC + União Européia podem se unir nesse sentido.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

"É para isso que servem as tropas militares de lá."

Foram realizadas perguntas para o G8 + BRIC na reunião de hoje, 21 de setembro, onde disseram que foi uma boa reunião e estão quase chegando a um ponto que seja melhor para o Afeganistão e para todos.

Foi realizada a seguinte pergunta: Como conciliar tantos interesses divergentes na questão da Guerra no Afeganistão? Por exemplo, G8 + Bric e Afganistão reunir em um mesmo pacote de negociações, é possível? Tradicionalmente, os EUA e seus aliados (G8) agem em comum acordo. Será que vão permitir que a ONU, considerada um organismo internacional politicamente fraco, tem condições de garantir o retorno da normalidade no Afeganistão? Responderam que por enquanto estão pensando e está tendo uma boa negociação, foi uma boa reunião e estão quase chegando a um ponto que seja melhor para o Afeganistão e para todos.
Outra pergunta foi relacionada ao fato de o Afeganistão estar devastado. Foi perguntado se não é necessário contribuir com o país para acabar com essa questão da guerra. Segundo os delegados, esse foi o tema discutido na reunião e que procederão após a retirada das tropas de lá, mas que ainda está muito cedo para revelar como procederão, tanto pois ainda não foi resolvido.
A França se contradisse em uma coletiva de entrevista fornecida após uma reunião, onde diziam que retirariam as tropas do país progressivamente, mas em uma coletiva de imprensa, disseram que manteriam as tropas, assim mantendo a paz. Sobre essa afirmação, a delegação francesa disse que a posição da França é retirar as tropas militares, não as tropas de ajuda, onde as tropas de ajuda ficarão para restabelecer o país.
Os EUA disseram, quando perguntados sobre a sua preparação para ataques terroristas (tendo em vista que a guerra no Afeganistão não acabou nem com o Taliban nem com a Al-Qaeda), que estão se preparando para isto e que tem até 2015 para manter uma segurança dentro do Afeganistão e tentaremos manter segurança no país e no mundo "é para isso que servem as tropas militares de lá."
Foi feita uma pergunta para o Brasil, que questionava sobre a dificuldade da retirada das tropas do Afeganistão e desenvolvimento do país. A delegada disse que é isso que foi discutido e que querem a retirada a retirada das tropas da ISAF, pois os atentados realizados pelo Talibã são feitos contra essas tropas e não contra as tropas de paz da UNAMA. Então, o objetivo não é retirar as tropas da UNAMA, e sim as tropas militares.
Em um nota enviada após a reunião, um delegado disse que na reunião falaram sobre o que o Afeganistão quer e ouviram o que ele tinha a falar. Depois cada um falou o que achava. No fim, concordaram que não adianta só tirar as tropas, tem que ter toda uma ajuda para a reconstrução do Afeganistão. Então, a melhor opção é tirar as tropas da ISAF e decidir projetos para a reconstrução do país.



segunda-feira, 20 de setembro de 2010

O objetivo da ONU

Delegado brasileiro diz que pretendem chegar a um consenso, que é o objetivo da ONU.

Hoje, 20 de setembro, houve na escola, uma reunião do G20 de maiores economias. No final da reunião não abriram para a coletiva de imprensa, mas algumas delegações concederam notas. A Coréia do Sul disse que foi a primeira reunião marcada deste G20 e que foi para conhecer os países, as propostas de cada um. Disseram que se dividiram nos comitês, onde alguns debateram, alguns se enfrentaram, mas disseram que não houve brigas na reunião. Foi uma reunião para ver os ideais de cada pessoa e que a reunião foi muito boa, produtiva e que todos colocaram suas idéias.

O Brasil, por outro lado, concedeu mais do que uma nota, concedeu uma pequena entrevista, onde respondeu a algumas perguntas. Quando questionado sobre as diferenças de opinião do G20, disse que haviam diversas opiniões, mas como é o objetivo da ONU, estão tentando chegar a um consenso e disse que no seu comitê (Econômico-social) tem sido fácil, mas que não pode dizer sobre os outros comitês.

Também foi perguntado sobre a crise e suas consequências econômicas no país, já que o G20 é um bloco predominantemente econômico. Ele afirmou que o Brasil quase não sofreu com a crise, pois tinha uma reserva, e, portanto, isso não tem alterado as relações internacionais. Para ele, o bloco está forte e unido, tanto o G20 das maiores economias, como o de maiores economias. O Brasil tem se reunido muito com o BRIC, o qual já se reuniu muitas vezes com a África do Sul, com o G20. Perguntado se pretendia juntar todos, disse que queria chegar a um consenso mesmo com as divergências, pretende chegar a um consenso que agrade a todos e que seja melhor para a população.





A melhor reunião que já fizeram!

Delegado do Brasil diz que com a discussão se pode chegar a um consenso e que essa foi a melhor reunião.

Na biblioteca do colégio, houve a reunião do MERCOSUL, hoje dia 20 de setembro. O delegado do Brasil afirmou que não há porta voz na reunião, que o MERCOSUL é um bloco muito equilibrado, já que todos são países emergentes, com características muito parecidas. Acreditam que com discussão pode-se chegar a um consenso sempre. Conseguiram se entender bem, "foi a melhor reunião de todas que já fizemos", afirma o delegado do Brasil.


terça-feira, 14 de setembro de 2010

"Foi só isso"

No final da reunião do G20 + BRIC, o delegado brasileiro diz que reunião foi boa e para discutir o tema.


Hoje, 14 de Setembro, ocorreu a primeira reunião do BRIC + G20 emergente. Ao final da reunião as delegações não saíram juntas, mas sim de forma dividida. Os primeiros a aparecer foram os delegados do Brasil e os delegados da Turquia, logo após as demais delegações também saíram. China manteve sua postura de não alegar nada para as imprensas.
O único delegado que concedeu uma declaração à imprensa foi o do Brasil. Leia abaixo ao que foi dito por ele:
"A reunião foi para conhecer os países do G20 e para discutirmos o tema. Foi apenas para isso e foi muito boa. A maioria dos países compareceram. Foi só isso."

Parece que a Federação Russa foi arrogante mais uma vez com a imprensa, dizendo as seguintes palavras: "Paz e Amor", proferidas de modo irônico. Não houve declaração. Só pode ser medo e insegurança!



segunda-feira, 13 de setembro de 2010

No final tudo deu muito certo

Hoje, 13 de setembro, houve uma reunião do ASBRIC (África do Sul, Brasil, Rússia, Índia e China). No final da reunião, disseram que é fácil entrarem em acordo, pois possuem vários fatores em comum.


Disseram que não estão tendo dificuldade para entrar em acordo, pois têm a mesma característica econômica, mesmos objetivos, então está sendo muito fácil entrar em acordo e disseram que dão ênfase igual para todos os comitês.
A África dos Sul foi chamada para a reunião pois queriam aumentar suas alianças, pois partilham da mesma opinião, dos mesmos critérios econômicos-sociais do Brasil, da Rússia, da Índia, da China e que também queriam conversar, pois não é só BRIC, é ASBRIC.
Segundo a delegada brasileira, todos estão em desenvolvimento, buscam os mesmos ideais, e que é por isso que devem fazer uma reunião.
O delegado da África dos Sul disse que o objetivo da África do Sul era conhecer o BRIC, conhecer os blocos e tomarem a decisão.
No final tudo deu muito certo, segundo o delegado do Brasil.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

"O verdadeiro motor da economia mundial"

O BRIC realizou uma reunião hoje, 10 de setembro. Alegaram ser os países que mias crescem e que são o motor da economia mundial.


O delegado do Brasil afirmou que a primeira reunião foi para ter uma noção das posições iniciais de todo mundo, e, hoje depois de ter os manuais, foi mesmo para selar a posição oficial do bloco, considerando as posições de cada país em cada comitê.
Quando perguntados se eles acham que têm o potencial de passar os Estados Unidos, responderam que esse não foi o foco da reunião, o foco foi debater os temas. O delegado do Brasil disse que o objetivo não é passar os Estados Unidos, mas que hoje são os países que mais crescem, e, considerados por alguns estudiosos como o verdadeiro motor da economia mundial, como dito por um dos delegados

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Reunião Secreta do BRIC

Os países Brasil, Russia, Índia e China fizeram hoje uma reunião "secreta". Houve a tentativa de invadir e saber o que estava acontecendo, mas não foi declarado nada por nenhum dos países. Não houve nenhuma foto. Mas na próxima com certeza.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

O Brasil pretende fazer "um ótimo jogo, no nível que é exigido"

A delegação do Brasil tem as melhores expectativas possíveis para esse Jogo da ONU. Além de visar ainda, ter ótimas relações diplomáticas com todos os países.

Hoje, dia 24/08 a delegação do Brasil respondeu a uma entrevista. Veja:

Delegação do Brasil

LMD - Quais são suas expectativas para este IV Jogo Cenecista da ONU?
B - As melhores possíveis com todos estudando e dando o máximo para defender suas delegações, para que possamos atingir nosso maior objetivo que é fazer um ótimo jogo, no nível que é exigido.

LMD - Como será realizada a divisão dos comitês?
B - Lucas Oliveira - 1° Delegado da AGNU
André Rezeck - 2° Delegado da AGNU
Maria Letícia Giannini - 1ª Delegada do CS
Henrique Bueno - 2° Delegado do CS
Lucas Zordan Batista - Delegado do ECOSOC

LMD - Como vocês pretendem se portar, já que o Brasil não apresenta nenhum inimigo declarado?
B - Sempre buscando o diálogo, o Brasil visa manter relações diplomáticas com todos os países, sem deixar de manter sua opinião sobre os assuntos debatidos. Além de tentar beneficiar ambos os lados em questão, respeitando todos os pontos de vista.

LMD - A Clonagem Humana implica riscos e vantagens, vocês acham que é válido correr os riscos?
B - Não, o Brasil trabalha com uma linha de utilização de células tronco e não de clonagem humana. Os riscos implicados nas pesquisas com células tronco são quase nulos se comparados aos benefícios que elas podem trazer. Os embriões utilizados nas pesquisas não são aproveitados pelos pais, visto que a grande maioria possui algum defeito que os impede de serem usados na procriação.

LMD - Pesquisas com células-tronco receberam 11 milhões de reais. Vocês vêem isto como uma possibilidade no avanço da clonagem do Brasil?
B - Esses avanços não implicam em avanços da clonagem, mas sim da biomedicina em geral. O brasil vêm com passar do tempo, adotando uma postura mais aberta para liberação de pesquisas com células-tronco, destinando assim recursos a elas. Mas é claro que se adota a devida moderação com relação a esses assuntos, já que qualquer decisão afeta toda a população.

LMD - Vocês acreditam que ter tanto biocombustível é um trunfo?
B - Sim, porque o biocombustível é uma fonte alternativa de energia, renovável e pouco poluente, ainda mais considerando que a maior parte do biocombustível brasileiro é advindo de cana-de-açúcar, que é a fonte menos poluente e mais rentável na produção de Biocombustível.

LMD - O Brasil e a França têm se mostrado um tanto quanto aliados nos últimos tempos. Vocês pretendem manter isto, mesmo diferenciando suas opiniões em algumas questões abordadas nos comitês este ano?
B - Desde que não prejudique os interesses do povo brasileiro, pretendemos sim ter a França como aliada, tentando, com muito respeito e diplomacia superar as opiniões opostas.