sexta-feira, 1 de outubro de 2010

"Pra conseguirmos fazer um jogo da ONU bonito, legal."

O primeiro delegado da Assembleia Geral afirmou que pretende logicamente vencer, e alega que já estão esperando as opiniões contrárias.

Brasil com as melhores expectativas para o jogo, veja:

B - Estamos com as melhores possíveis expectativas, nós estudamos direitinho por quase dois meses, vendo argumentos, procurando a posição política do nosso país. E agora amanhã será o resultado de tudo isso .

LMD - Como vocês pretendem lidar com os conflitos gerados durante o jogo?

B - Nós já estamos esperando essas opiniões contrárias, as críticas, porque a posição do Brasil, tanto nos três comitês, é uma posição que gera críticas, já que são culturas diferentes, são hábitos diferentes, que a gente lida. Mas nós estudamos para conseguir embasar os nossos argumentos, com coisas sólidas, pra gente conseguir fazer um jogo da ONU bonito, legal.

O IV Jogo Cenecista tem início

Abertura do IV Jogo Cenecista, com a participação dos coordenadores, do diretor, do vereador, dos professores, ex alunos, pais, delegações e etc.

Hoje, dia 1° de outubro, aconteceu a abertura dos Jogos da ONU, na Câmara Municipal de Pouso Alegre. Primeiramente, o professor Guilherme Barros fez suas apresentações e em seguida chamou quem deveria compor à mesa. Estavam presentes o diretor, Alexandre, o coordenador, Wellington, os professores, o vereador Paulo Henrique e os Secretários dos comitês.

Logo em seguida, o diretor foi ao púlpito, mencionando principalmente a juventude nos tempos de hoje. Ele, então leu uma carta, cujo prefeito da cidade escreveu, uma vez que este não pôde estar presente. Depois dele, o coordenador Wellington foi pronunciar-se. Falou sobre o dia do jogo mesmo, sobre os comitês. Após isso, os alunos que pertencem à Câmara Jovem fizeram um breve discurso, eram eles Monica Fonseca, Luis Felipe e Mirele de Paula. Afirmaram que os jovens estão interessados em construir um mundo melhor participando da política.

O diretor, então entregou a eles títulos de estudantes Cenecista. Logo, Guilherme Barros convida os secretários da mesa, para que houvesse a chamada dos países, que foi feita em três idiomas.

Os secretários da mesa apresentaram cada comitê que pertenciam, sendo a primeira do comitê do ECOSOC, logo depois o do comitê do Conselho de Segurança, seguido da Assembleia Geral, todos pronunciam.

Após o fim do discurso de Monica Fonseca, declara aberto o IV jogo da ONU.

No fim, quem conclui a abertura é o coordenador Guilherme Barros.

Delegação francesa

Delegação brasileira


Delegação do Reino Unido

Delegação da Índia

Delegação russa

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Um alerta

Delegada russa diz que quer alertar os Estados Unidos sobre o erro da Guerra do Afeganistão e delegada do Brasil diz que a mulher merece ser respeitada na sociedade afegã, mas que é uma questão muito delicada.

Após uma reunião do BRIC, referente ao conselho de segurança, as delegações do Brasil e da Rússia concederam uma entrevista exclusiva:

LMD- A Rússia invadiu o Afeganistão e o ocupou por quase uma década, durante a Guerra Fria, destruindo o governo afegão para colocar um governo comunista. Não acha que seja hipocrisia russa condenar os Estados Unidos pela guerra atual, sendo que a Rússia já fez o mesmo, além das razões para invasão russa eram totalmente jogo de interesses?

FR- Não, pois eu sei que isso aconteceu e deu errado, e estou tentando alertá-los sobre isso.

LMD- Então, você considera errado o que os Estados Unidos fazem?

FR- Sim.

LMD- Você pretende expor para todos?

FR- Eu sei que o meu país errou, invadiu o Afeganistão, destruiu muita coisa, mas construiu também, e agora não é hipocrisia condenar os Estados Unidos, pois eu sei que deu errado e eu não quero que o deles de errado também.

LMD- Então, você está ajudando os Estados Unidos?

FR- Não estou os ajudando, mas estou os alertando de que vai dar errado.

LMD- Então você pretende fazer alguma coisa para ajudar o Afeganistão.

FR- Com certeza, ou eu não estaria aqui.

Após essa entrevista, o Brasil concedeu uma entrevista exclusiva:

LMD- A mulher sofre muita violência na sociedade afegã. Como você pretende lidar com isso?

B- É uma questão muito delicada, pois o Afeganistão é um país islâmico que segue o Alcorão e o Talibã é muito fundamentalista, xiitas, então nessa questão da mulher ainda estamos vendo a melhor forma de agir, pois é muito delicada, e está enraizada no país. É claro que a mulher merece respeito, mercê ser reconhecida, então, essa é uma questão que deve ser pensada, ser mais debatida.

LMD- Então não adianta nada fazer isso do dia para a noite, que não mudará nada?

B- É, pois é como eu falei, está enraizado no país.

"Incetivar o biocombustivel é sempre um ponto positivo"

Delegado brasileiro diz que tem os mesmos objetivos que os países presentes na reunião e que buscarão alianças. Ele diz que estão colocando coisas boas para o mundo inteiro e que plantar bicombustíveis é sempre positivo.

Após reunião do BRIC com a Austrália, Senegal e o Irã, o delegado brasileiro concedeu uma nota exclusiva:

"A reunião de hoje foi de países em sua maioria subdesenvolvidos e emergentes, uma vez que tem objetivos iguais, pois o dia da ONU está chegando, e queremos buscar mais alianças, para ter um grupo bem estruturado."

Logo após, respondeu exclusivamente a algumas perguntas:

LMD- Os países estão aceitando as resoluções propostas por vocês, um país subdesenvolvido e emergente?
B- Não é questão de estarem aceitando, estamos apenas chegando a um consenso.

LMD- Então vocês estão colocando coisas boas pra vocês e para eles também?
B- Para o mundo inteiro.

LMD- Como a Africa viu a plantação de biocombustível no seu continente?
B- De uma maneira positiva, apoiar o biocombustível no continente africano. Estão conosco, isso é um ponto positivo assim como a gente, pois incentivar o biocombustivel é sempre um ponto positivo.

Fator de prevenção

Delegado francês diz que medidas tomadas pelo governo em relação a burca são para impedir o incentivo aos muçulmanos. Os ataques terroristas recentes no país não afetarão a posição do delegado e que se não houvessem tantos ataques terroristas, a xenofobia seria menor.

Confira uma entrevista exclusiva feita com um delegado francês hoje, dia 30 de setembro:

LMD- Por que o governo proibiu o uso de burcas e afins, em locais públicos, na França?
F- Na minha opinião, o governo é muito conservador em relação as várias religiões, que tem no país, que é bastante. A maioria do país é de religião católica, então até mesmo por medo do Taliban, acho que o governo está com essa posição de proibir o uso de burcas, vendo isso como um incentivo para os muçulmanos entre o país.

LMD- O governo quase sofreu dois ataques terroristas recentemente. Você veria isso como uma tentativa do Talibã de atacar o país de uma forma mais direta?
F- Com certeza, tanto podem ser eles, como uma outra rede terrorista, mas eu acho que isso não influenciará nada no meu posicionamento sobre a retirada das tropas.

LMD- Como conter a onda de xenofobia na França?
F- A França é um país muito conservador, por essas ameaças terroristas é causada essa aversão. Se não houvesse tantas ameaças, eu acho que a França não teria tanto problema com estrangeiros no país. É mais por um fator de prevenção.

Povo vencedor e livre do terrorismo

A reunião que foi feita de última hora, pelos países EUA, Gabão, Nigéria e Bósnia, teve como objetivo de conhecer um ao outro e foi ótima. Não conseguiram chegar a um consenso, porém provavelmente os países darão respostas outro dia.
A reunião do Conselho de Segurança, foi dia 29 de Setembro. Estavam presentes os países EUA, Gabão, Nigéria e Bósnia. A delegada da Nigéria alegou que a reunião foi só para que eles conversassem sobre o que cada país está interessado, sobre o ponto de vista de cada um. Disseram que não chegaram a uma resolução. Logo em seguida, Gabão afirmou que ainda estão resolvendo o que irão decidir.
Delegadas Norte-Americanas afirmaram que fizeram uma reunião para conhecer os outros países, e que foi realmente em cima da hora, já que estão sem tempo, fazendo discursos, DPO's , trabalhos. Apesar disso, foi ótima a reunião. Os EUA falaram das suas propostas, que foram as mesmas da reunião anterior.
Não chegaram a uma conclusão correta, mas alegaram que os outros países presentes, dariam respostas até o dia seguinte, em relação ao projeto. Disseram também, quando perguntado se a aliança tem futuro, que sim "qualquer aliança tem futuro".
Segundo a delegada dos EUA, o presidente do Afeganistão, que está passando por todos os problemas do país acha que a retirada é precoce, então, ela se pergunta por qual motivo, serão contra essa opinião. O presidente terá a capacidade de controlar o governo em 2015, e no momento o exército afegão, está despreparado. Além de acreditar que a OTAN, está sendo incompetente de retirar as tropas em 2014. Para ela, esse ano de diferença poderia ser muito bem utilizado para o treinamento do exercito. Estão trabalhando para fazer deles um povo vencedor e livre do terrorismo que os prende.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Todos lutam pelo mesmo objetivo

Brasil e Senegal mostram que BRIC e União Africana estão unidos, e que já tem um projeto em que ambos estão apoiando, para o bem da humanidade. Uma vez que Senegal fazendo acordos com o BRIC e com a União Européia, deixará a produção de biocombustível, mais rentável e sustentável. Enquanto o Brasil não vê problemas em exportar biocombustível para os Norte-Americanos.

Hoje, dia 29 de setembro, na exclusiva com alguns países da União Africana, União Européia e do BRIC, foi relatado que estão em pleno acordo, tendo os mesmos objetivos. Foram entrevistados os países Brasil (B), Senegal (S), Federação Russa (FR) e Reino Unido (RU). Confira:

LMD - O Brasil está recebendo criticas do mundo por causa da Cana de açúcar, o modo de plantar “escravo” e também que acaba com o Meio Ambiente. Comente como vocês pretendem lidar com isso no jogo da ONU?

B - Na verdade o tema do jogo da ONU, não é a mudança climática, então o que podemos abranger nessa questão da Cana no Jogo é a questão da queimada. Nós pretendemos desenvolver técnicas, que na verdade já temos algumas idéias, para evitar as queimadas, pois o Biocombustível da Cana é mais rentável. E o único empecilho que pode atrapalhar são as queimadas. E tirando-as, fica tudo certo.

LMD – Vocês acham que pode haver uma exportação do biocombustível brasileiro para os EUA, tendo em vista que o biocombustível Norte-Americano, não é tão rentável quanto o Brasileiro?

B – Da minha parte sim. Pois todos sabem que o mais rentável é o da Cana e dos EUA é um pouco menos, onde a maioria é feita do milho, boa parte é subsidiado, e por isso fica um preço um pouco mais barato, porém no caso nós somos a favor do Biocombustível como uma forma de amenizar as mudanças climáticas. Ele é menos rentável, mas é um biocombustível. Também ameniza as mudanças climáticas, e esse é o objetivo. Desde que seja produzido o biocombustível, já um ponto positivo.

LMD – Vocês pretendem tentar um acordo com o BRIC, com a União Européia, para a produção de biocombustível na África de maneira rentável e sustentável?

S - Sim, a União Africana está querendo preparar alguns projetos com o BRIC, pois na realidade a União Africana sempre fez projetos, principalmente com o Brasil.

B – Já até existem projetos, em relação ao biocombustível com alguns países da União Africana. Inclusive, até no manual do ECOSOC fala que o Brasil é um país que incentiva a produção de biocombustível em outros países, principalmente no continente Africano.

LMD – A União Européia acredita que está dando certa essa aliança, já que você disse em uma entrevista que poderia dar certo essa aliança com o BRIC?

RU - Como temos idéias parecidas, pode sim fortalecer nossa aliança, pois é uma maneira de beneficiar a todos.

LMD – Com a aliança facilitaria obter os objetivos comuns, passar um projeto?

B – Na verdade até já existem projetos entre o Brasil, o MERCOSUL e alguns países da União Européia, está servindo para podermos juntar Brasil, MERCOSUL e União Européia, o Brasil e a União Africana, juntando tudo em prol do bem comum, em prol da humanidade.

LMD – O clima da África é apropriado para o plantio de cana. O Reino Unido acredita que seria um empecilho, já que vocês plantam biocombustível, não podendo investir lá? Seria mais vantajoso o plantio de Beterraba ou da Cana? Vocês preferem lutar pelo seu produto ou pelo produto brasileiro que é mais rentável que o seu?

RU - Varia do clima, porque o meu continente não pode plantar cana, pois lá não tem clima suficiente para isso.

B – Quanto a isso, temos que ver, pois estamos defendendo o bem da humanidade inteira, uma vez que as mudanças climáticas afetarão o mundo inteiro. Então não é defender o seu produto ou o da África e sim defender o biocombustível em geral como uma das únicas formas de salvar a humanidade.

LMD - Qual é o posicionamento da Rússia diante disso?

FR – A Rússia vê como uma possibilidade de expandir a matriz energética na África e na matriz energética do mundo também.

Finalizando com uma nota o delegado do Brasil alega que a reunião foi muito boa, com a presença da União Africana e União Européia, além do BRIC. Chegaram à conclusão que seus objetivos são os mesmos. Estão tentando conciliar maneiras para concluir esse objetivo. E que vendo da parte do Brasil – um país diplomata - dará tudo certo. Depois Reino Unido ainda afirma que a reunião foi muito produtiva e que por tanto, para a União Européia, isso funcionará.